vamos nos conhecendo\descobrindo ao passo que nos sentimos...
e isso tem um ritmo imprevisível de tempo mesmo.
ah,
e É macia... macia.
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
terça-feira, 15 de setembro de 2009
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
Benditas coisas que eu não sei
Os lugares onde não fui
Os gostos que ainda não provei
Meus verdes ainda não maduros
Os espaços que ainda procuro
Os amores que eu nunca encontrei
Benditas coisas que não sejam benditas
A vida é curta
Mas enquanto dura
Posso durante um minuto ou mais
Te beijar pra sempre
o amor não mente, não mente jamais
E desconhece do relógio o velho futuro
O tempo escorre num piscar de olhos
E dura muito além dos nossos sonhos mais puros
Bom é não saber o quanto a vida dura
Ou se estarei aqui na primavera futura
Posso brincar de eternidade agora
Sem culpa nenhuma
[Zélia e Mart'nália!]
p.s: linda música descoberta, um tanto por acaso,
dentro do bom fim de semana passado nos ares de salvador,
na companhia de Brisa e nossa amizade de comunhões.
Num giro de rotina e imprevisibilidades, pequenos grandes prazeres.
Destaque para a radiola e os vinis e meus vôos com eles,
Victor, 'Córtex', Évelin, Magali!, as manhãs cheias de ar\paz,
café e cigarros, pôr do sol no solar, e devaneios,
trocas, risos, toque,
uma dose de presença.
.
.
Os lugares onde não fui
Os gostos que ainda não provei
Meus verdes ainda não maduros
Os espaços que ainda procuro
Os amores que eu nunca encontrei
Benditas coisas que não sejam benditas
A vida é curta
Mas enquanto dura
Posso durante um minuto ou mais
Te beijar pra sempre
o amor não mente, não mente jamais
E desconhece do relógio o velho futuro
O tempo escorre num piscar de olhos
E dura muito além dos nossos sonhos mais puros
Bom é não saber o quanto a vida dura
Ou se estarei aqui na primavera futura
Posso brincar de eternidade agora
Sem culpa nenhuma
[Zélia e Mart'nália!]
p.s: linda música descoberta, um tanto por acaso,
dentro do bom fim de semana passado nos ares de salvador,
na companhia de Brisa e nossa amizade de comunhões.
Num giro de rotina e imprevisibilidades, pequenos grandes prazeres.
Destaque para a radiola e os vinis e meus vôos com eles,
Victor, 'Córtex', Évelin, Magali!, as manhãs cheias de ar\paz,
café e cigarros, pôr do sol no solar, e devaneios,
trocas, risos, toque,
uma dose de presença.
.
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sexta-feira, 11 de setembro de 2009
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
terça-feira, 8 de setembro de 2009
domingo, 6 de setembro de 2009
Estar total ou parcialmente 'deslocado' em toda parte, não estar totalmente em lugar algum(ou seja, sem restrições e embargos, sem que alguns aspectos da pessoa 'se sobressaiam' e sejam vistos por outras como estranho), pode ser uma experiência desconfortável, por vezes perturbadora. Sempre há alguma coisa a explicar, desculpar, esconder ou, pelo contrário, corajosamente ostentar, negociar, oferecer e barganhar. Há diferenças a serem atenuadas ou desculpadas ou, pelo contrário, ressaltadas e tornadas mais claras.
As 'identidades' flutuam no ar, algumas de nossa própria escolha, mas outras infladas e lançadas pelas pessoas em nossa volta, e é preciso estar em alerta constante pra defender as primeiras em relação às ultimas. Há uma ampla probabilidade de desentendimento, e o resultado da negociação permanece eternamente pendente.
Quanto mais praticamos e dominamos as difíceis habilidades necessárias para enfrentar essa condição reconhecidamente ambivalente, menos agudas e dolorosas as arestas ásperas parecem, menos grandiosos os desafios e menos irritantes os efeitos. Pode-se até começar a se sentir-se Chez Soi, 'em casa', em qualquer lugar _ mas o preço a ser pago é a aceitação de que em lugar algum se vai estar total e plenamente em casa.
[Pág 19, livro “Identidade” do sociólogo Zygmunt Bauman.]
Foi Denise quem me emprestou esse livro, acho que faz mais ou menos um ano.
Lembro que me surpreendi com a leitura. E me sentia vez ou outra girando..
- Girando como algum drink onde se põe o dedo ou inclina o copo, para uma mistura entre gelos e rodelas de limão, do subjetivo, sabe? Rá!
Me pretendi a ler outras obras do Bauman, mas acabei por não fazer até hoje, enfim..
e agora me deparei com essa anotação que transcrevi quando li.
As 'identidades' flutuam no ar, algumas de nossa própria escolha, mas outras infladas e lançadas pelas pessoas em nossa volta, e é preciso estar em alerta constante pra defender as primeiras em relação às ultimas. Há uma ampla probabilidade de desentendimento, e o resultado da negociação permanece eternamente pendente.
Quanto mais praticamos e dominamos as difíceis habilidades necessárias para enfrentar essa condição reconhecidamente ambivalente, menos agudas e dolorosas as arestas ásperas parecem, menos grandiosos os desafios e menos irritantes os efeitos. Pode-se até começar a se sentir-se Chez Soi, 'em casa', em qualquer lugar _ mas o preço a ser pago é a aceitação de que em lugar algum se vai estar total e plenamente em casa.
[Pág 19, livro “Identidade” do sociólogo Zygmunt Bauman.]
Foi Denise quem me emprestou esse livro, acho que faz mais ou menos um ano.
Lembro que me surpreendi com a leitura. E me sentia vez ou outra girando..
- Girando como algum drink onde se põe o dedo ou inclina o copo, para uma mistura entre gelos e rodelas de limão, do subjetivo, sabe? Rá!
Me pretendi a ler outras obras do Bauman, mas acabei por não fazer até hoje, enfim..
e agora me deparei com essa anotação que transcrevi quando li.
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
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